O autor do projeto que autoriza o porte de armas fora do serviço a
agentes penitenciários e guardas muncipais, deputado Jair Bolsonaro
(PP/RJ), criticou nessa quinta-feira a presidente Dilma Rousseff pelo
veto integral á proposta. De acordo com ele, com o veto, 80 mil
trabalhadores vão continuar à mercê de pressões de criminosos nos
presídios brasileiros.
Para Bolsonaro, o porte de arma garantiria a
segurança das famílias de guardas e agentes, ameaçadas constantemente.
“Esses profissionais têm uma vida muito vigiada. É comum ouvirmos um
presidiário falar para um agente penitenciário: ‘olha, você mora em tal
endereço, tem uma esposa que se chama tal e três filhos que estudam em
tal escola. Se não deixar passar determinado produto para mim, já sabe
qual será consequência’. Mesmo com essa pressão toda, o agente não
pode ter um simples revólver 38 ou uma pistola 380?”, indagou.
O agente penitenciário tem a função de vigiar e garantir o cumprimento das normas do estabelecimento prisional. É o profissional que escolta os detentos e zela pela segurança de funcionários e visitantes no presídio. Atualmente, a permissão para o porte de arma fora do expediente alcança vários setores da segurança pública. Integrantes das Forças Armadas, policiais federais, agentes vinculados à Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e à Presidência da República são alguns dos beneficiados.
Cultura de paz
De acordo com o Executivo, o veto ao projeto foi baseado em pareceres do Ministério da Justiça e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, que julgaram o texto contrário à política nacional de combate à violência.
O deputado Luiz Couto (PT-PB), que votou contra o projeto, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), concorda com o veto da presidência. Conforme o parlamentar, a aprovação do projeto entraria em contradição com o Estatuto do Desarmamento.
"Sabia de antemão que a nossa presidente iria vetar porque, não vetando, seria uma incoerência. É claro que o governo não iria dar guarida àqueles que acham que podem resolver a questão da segurança pública com arma. O veto foi o resultado daquilo que o Executivo está fazendo: desarmar e construir uma cultura de paz", disse.
O agente penitenciário tem a função de vigiar e garantir o cumprimento das normas do estabelecimento prisional. É o profissional que escolta os detentos e zela pela segurança de funcionários e visitantes no presídio. Atualmente, a permissão para o porte de arma fora do expediente alcança vários setores da segurança pública. Integrantes das Forças Armadas, policiais federais, agentes vinculados à Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e à Presidência da República são alguns dos beneficiados.
Cultura de paz
De acordo com o Executivo, o veto ao projeto foi baseado em pareceres do Ministério da Justiça e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, que julgaram o texto contrário à política nacional de combate à violência.
O deputado Luiz Couto (PT-PB), que votou contra o projeto, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), concorda com o veto da presidência. Conforme o parlamentar, a aprovação do projeto entraria em contradição com o Estatuto do Desarmamento.
"Sabia de antemão que a nossa presidente iria vetar porque, não vetando, seria uma incoerência. É claro que o governo não iria dar guarida àqueles que acham que podem resolver a questão da segurança pública com arma. O veto foi o resultado daquilo que o Executivo está fazendo: desarmar e construir uma cultura de paz", disse.
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2013/01/11/interna_politica,417295/jair-bolsonaro-critica-dilma-por-ter-vetado-porte-de-arma-para-agentes-penitenciarios.shtml

Esse Luiz Couto é o mesmo que foi favorável a um projeto que isenta de culpa o deputado por crimes eleitorais cometidos por seus representantes... a velha conversa de Lula... eu não sabia... vai ficar oficial né?
ResponderExcluir